Fotos e Editorial (Parte II)

QUILOMBO

Pro dia ser completo começamos a viver uma grande aventura.


Como choveu no dia anterior a estrada ficou com muita lama, uma verdadeira trilha!

Dos quatro carros, dois ficaram pra trás e não arriscaram na lama, inclusive a van.


Chegamos no destino com CR-V e, graças a Deus, havia uma Triton L200 para ajudar a puxar algum carro no caso de atolar. Deu tudo certo!


As meninas subiram na caçamba da caminhonete e conseguiram chegar, sem barro, na casa da farinha.


Essa casa é um antigo engenho de álcool e açúcar da fazenda Picinguaba construída no final do séc. retrasado, tinha a roda d`água e o Engenho de cana feitos de ferro fundido importado da Inglaterra, reformada e adaptada para fazer farinha em 1985 pelo governo estadual.


É utilizada pela comunidade caiçara do núcleo e arredores.


Nossa modelo Jocieli, moradora do local e descendente direto de quilombola já nos aguardava linda!!! E ansiosa!!!


Uau!!! Altas fotos!!!


As meninas produzidas ficaram lindas!


O ambiente maravilhoso nos ofereceu o cenário perfeito para as fotos.


Seu Zé, o ancião representante dos quilombolas, com os seus 80 anos (1938) nos recepcionou com a sábia alegria de sempre!


Que lugar mágico!


A luz perfeita.


Ficamos em estado de graça durante todo o trabalho.


Esse lugar, além de ter um galpão secular construído de pedra, tem também uma grande roda d`água, construções de pau-a-pique, um riacho com água gelada e límpida e, para completar, tudo isso incrustado numa grande reserva da Mata Atlântica!!!


Demais!!


Hora de voltar....


Fotos das meninas com Seu Zé para selar a sessão no quilombo...


Clima em alta, nem a fome – somente disfarçada com lanchinho e frutas que levei – muitas brincadeiras, risadas...alto astral!!


Bora enfrentar o barro para chegar na van.


Fiquei na CRV enquanto o Lelo foi acompanhar o grupo para ajudar e orientar a motorista da caminhonete na subida da rampa barrenta.


As meninas tiveram que descer da caçamba e subiram a pé, amassando barro mesmo!!!


A caminhonete subiu na boa...tudo bem.


Chegou a vez da CR-V. Lelo assumiu a direção e foi com tudo porém, o carro parou no meio e começou a patinar....e agora???


“Se não for com emoção, não nos caracteriza...”

O que fazer?

Calçar as rodas traseiras...

Sentar no capô...

No capô?

Sim, para colocar peso na frente e facilitar a saída sem atolar...coisas de trilheiros.

E lá vamos nós!

Que aflição!

Igor, Gabriel e Ivan sentaram no capô e derrapa prá lá, escorrega pra cá e deu certo!!!!


Viva!!! Aplausos!!!


Ufa!!! Tudo certo para partirmos para o próximo ponto.

Texto Desenvolvido por: Cléia Paiva.

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